sexta-feira, 19 de setembro de 2008

ausência

Eis aqui eu denovo. Como o tempo passa! Sempre depressa nos momentos que deveria parar.Mas as vezes tão devagar.. Completei as 21 primaveras =D Estou feliz. Quase nada mudou, isso era de se esperar! (pq será que a gente não percebe as mudanças? seria tão mais produtivo o nosso crescimento..) pois bem., fiquei feliz em ter mais amigas que escrevem.. a Mariana e a Paula, duas queridas da faculdade. Acho que os 21 ao inves de me trazerem inspirações, levaram elas embora.. faz tempo q eu nao tenho um insight "daqueles"!
quero deixar um beijo a todos os meus verdadeiros amigos!
prometo preparar algo p semana q vem...
enquanto isso, os deixo com um dos meus preferidos do Carlos..

Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Pois é! NINGUÉM mais....

2 comentários:

Anônimo disse...

ótimo girl.
Parabéns pra você.
Também acho que não muda muito.
Eu tenho uma teoria hahahaha. Seguinte: a gente só percebe como as coisas mudaram, como nós mudamos, depois de passado um certo tempo. Quando eu to passando por uma fase difícil e inexplicável, eu nunca sei o que está acontecendo e nem como resolver. Mas depois que passa, você olha de longe, olha de um outro ângulo. Sobe em cima da montanha e vê as coisas de lá. Aí sim você realmente vê, e entende tudo.
Mas aí já passou.

Faz sentido?

Comigo é assim, acho que tenho que aprender a subir na montanha e ver as coisas de outro ângulo no exato momento em que elas estão acontecendo. right?

beijos girl, continua atualizando

M. disse...

Parabénss.. Num sabia da 21ª primavera..
Quando nós estamos tão perto da lâmpada é tão difícil de enxergar como as coisas realmente são..
Parece que a Paula vc e eu estamos passando por coisas turbulentas e incrivelmente parecidas na maneira de expresar.. Quem diria não?
To amando o não óbvio..